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sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

bambo

Por essas ruas que já passamos, ando e lembro do sorriso sem jeito, do papo bambo, meio torto. O olhar medroso. Perigoso? O suor que escorria pelas mãos. Esses começos de sempre, desajeitados. Tudo ao contrário. Mas é assim, desse jeito que tem sabor. Muito doce enjoa. O evidente cansa. Só o incerto motiva, nos lança.

me continua

Arnaldo já cantou: você que me continua. Você que me evolui, me acentua, me atribui, e desvirtua.

escrevo

Escrevo. Sem simetria. E minha mente transcende. O abstrato se estabelece, faz morada no papel. Disserto, sem direção. Porque o que importa é o caminhar das letras sob as linhas, a ideia que no papel se derrama.

dos cães

Alma de criança levada, que nunca larga a infância. Alma de anjo.

cores

As cores brotavam dos olhos, se misturavam. Não havia formas. Incandesciam brilhantes. Quanto mais escuro, mais cores, quanto menos podia enxergar, mais ela via. As cores brotavam da mente.

beijo

O beijo é o filho do desejo. É a boca que se cala quando não há mais palavras. Cabe o mundo nos lábios, um segundo, uma história.